Depois da tempestade vem a bonança, dizem os que o presente julgam pressentir, quando nem o chão que hoje pisam sabem sentir. Sentir o solo molhado dum passado recente, sentir o vento que traz palavras esquecidas num jogo de sombras, e o turbilhao confuso duma onda perdida num imenso mar que nos encontra e julga ser nosso.
Os pesos estão equilibrados na balança e estamos nós dum lado em contra peso a uma vida cheia.
Se sorrirmos pesamos o Futuro e saimos vitoriosos numa guerra interior, em que só um sai de cabeça erguida. O Passado e o Futuro caminham sempre de mãos dadas e ensinam-nos a viver o Presente.
O Futuro é hoje. O Futuro é onde quisermos, onde estivermos a dedicar o nosso Presente. Um sorriso determina o nosso Futuro. Qualquer desilução nao será jamais entendida como fracasso do Passado, mas sim um obstaculo a vencer.
Uma queda para nos sabermos levantar.
Erguemos a cabeça vezes sem conta, pois não nos damos pelas quedas nem aprendemos o porque das mesmas, tornando o nosso erguer de alma um Ritual rotineiro.
Qualquer fuga a uma queda prevista será compensada pela forma como sentimos o solo debaixo de nós. Enchemos a boca de areias passadas ou agarramos a lama pisada por nós.
É a nossa escolha que importa, sozinhos decidimos e sozinhos tornamos forte o nosso Futuro.
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