.. e assim saudou os seus convidados, mostrando-lhes um dos seus maiores segredos, ele próprio.
terça-feira, 29 de março de 2011
um Pensamento
Foge, foge que eu já te vi..
Foge porque senão vou-te puxar.E não te quero puxar para mim. Não quero pisar esse chão abalado pela ideia de não o ser. Não ser algo que tenciono ser, desejo ser, luto para o ser.
Sou frágil demais para o silêncio, frágil demais para mim e forte demais para ti. Talvez tal forte que crie alguma barreira onde não consigas penetrar a voz e eu a oiça. Talvez isso, talvez tu.
Não sei o que pensar e pensar não me agrada no sentir. Vou olhar e chorar talvez. chorar no fim ou no principio, tudo tem os dois lados, até o pensamento..
Num lado tu, do outro a tua ausência, saudade do sorriso, do calor e do abraço que se rompe no silencio.
Foge porque senão vou-te puxar.E não te quero puxar para mim. Não quero pisar esse chão abalado pela ideia de não o ser. Não ser algo que tenciono ser, desejo ser, luto para o ser.
Sou frágil demais para o silêncio, frágil demais para mim e forte demais para ti. Talvez tal forte que crie alguma barreira onde não consigas penetrar a voz e eu a oiça. Talvez isso, talvez tu.
Não sei o que pensar e pensar não me agrada no sentir. Vou olhar e chorar talvez. chorar no fim ou no principio, tudo tem os dois lados, até o pensamento..
Num lado tu, do outro a tua ausência, saudade do sorriso, do calor e do abraço que se rompe no silencio.
sábado, 26 de março de 2011
o Reflexo
Tentas olhar um espelho que não é teu. Pintar algo que não vês. Sentir algo que desconheces.
Observas um reflexo que não o teu, e tudo o que vês são memórias do que um dia sonhaste ter. Um vazio preenchido por algo que te enche de mudanças súbitas ao qual chamas de dia-a-dia. Mudanças que te fazem acordar para mais um dia tão vulgar como outro qualquer.
Vês te num espaço ocupado e sentes vontade de gritar o teu nome para que todos te reconheçam como nunca antes reconheceram. Um grito mudo, que pintas em volta de tudo o que te rodeia e num imenso silencio onde vagueias, se faz ouvir e te faz sair do teu pequeno grande mundo de ouro. A solidão que pensas viver, não passa duma máscara que usas sempre que o acordar corre mal e te faz pensar que cegas na altura de caminhar.
Mesmo que esse reflexo não seja o teu, ensina-te a seres como és e não como te vêem.
Os olhos não conhecem, lembram-te o que outrora conheces-te ou deste a conhecer.
Observas um reflexo que não o teu, e tudo o que vês são memórias do que um dia sonhaste ter. Um vazio preenchido por algo que te enche de mudanças súbitas ao qual chamas de dia-a-dia. Mudanças que te fazem acordar para mais um dia tão vulgar como outro qualquer.
Vês te num espaço ocupado e sentes vontade de gritar o teu nome para que todos te reconheçam como nunca antes reconheceram. Um grito mudo, que pintas em volta de tudo o que te rodeia e num imenso silencio onde vagueias, se faz ouvir e te faz sair do teu pequeno grande mundo de ouro. A solidão que pensas viver, não passa duma máscara que usas sempre que o acordar corre mal e te faz pensar que cegas na altura de caminhar.
Mesmo que esse reflexo não seja o teu, ensina-te a seres como és e não como te vêem.
Os olhos não conhecem, lembram-te o que outrora conheces-te ou deste a conhecer.
quinta-feira, 24 de março de 2011
o Jardineiro
Se largas a mão é pela divina manifestação do amor.
A libertação do espírito cujo raciocínio não entende mas o coração sente. Amar não é guardar .Amar é observar, deixar crescer e sentir toda essa mudança. Podemos amar a luar e o sol mas, só desta forma o conseguimos fazer de verdade.os verdadeiros amantes da libertação são os Jardineiros que se dedicam aos campos e jardins, observando, sentindo e amando o crescimento da Natureza em seu redor. Assim como nós que amamos a Natureza, também Ela o faz e da mesma forma se manifesta, acompanhando o nosso crescimento. Este é o elo mais forte em toda a existência do amante, e a forma mais pura e sincera de mostrar o amor.
Quantos artistas se inspiraram Nela, nos mais profundos quadros durante épocas? A quantos não deu o nome de poetas ao ser descrita em linhas loucas. Ela e mais nada nos dá vida e a recupera em tempos. A nossa única função será, no momento em que Ela volta para nos tirar a vida, reflectir no que de bom fizemos e que ligação estabelecemos com a mesma.
Só assim nos abraça para uma nova vida.
A libertação do espírito cujo raciocínio não entende mas o coração sente. Amar não é guardar .Amar é observar, deixar crescer e sentir toda essa mudança. Podemos amar a luar e o sol mas, só desta forma o conseguimos fazer de verdade.os verdadeiros amantes da libertação são os Jardineiros que se dedicam aos campos e jardins, observando, sentindo e amando o crescimento da Natureza em seu redor. Assim como nós que amamos a Natureza, também Ela o faz e da mesma forma se manifesta, acompanhando o nosso crescimento. Este é o elo mais forte em toda a existência do amante, e a forma mais pura e sincera de mostrar o amor.
Quantos artistas se inspiraram Nela, nos mais profundos quadros durante épocas? A quantos não deu o nome de poetas ao ser descrita em linhas loucas. Ela e mais nada nos dá vida e a recupera em tempos. A nossa única função será, no momento em que Ela volta para nos tirar a vida, reflectir no que de bom fizemos e que ligação estabelecemos com a mesma.
Só assim nos abraça para uma nova vida.
quarta-feira, 23 de março de 2011
um Percurso
Qualquer destino entende um longo percurso. Um percurso sábio e imenso de constante aprendizagem em cada passo dado. O percurso delineia o quanto o destino será glorioso e enriquecedor. O destino,esse, será a recompensa prometida, o que pára no ar quando a chegada está ao alcance da nossa vista e a poeira do caminho nos empurra os pés para a frente.
Fecho os olhos ao que todos vêem, o correcto e incorrecto, e ajo de forma natural, sem julgar qualquer atitude, mostrando aos que tudo vêem o quanto nada sentem.
Porque olhos atentos não são olhos rotineiros.
Fecho os olhos ao que todos vêem, o correcto e incorrecto, e ajo de forma natural, sem julgar qualquer atitude, mostrando aos que tudo vêem o quanto nada sentem.
Porque olhos atentos não são olhos rotineiros.
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